- Alô?
- Alô! Aqui é da diretoria do Colégio Alves Prado, eu poderia falar com a dona Isabel?
- Como você adivinhou? – Cristina perguntou espantada a Isabel – A diretora quer falar com você!
- Eu não quero atender, vê pra mim...
- Olha só... Eu sou uma amiga dela... Você pode dar o recado que eu a aviso imediatamente.
- Tudo bem, mas é urgente. É que o aluno Maxwell passou mal na escola e nós o estamos levando para o UPA. Mas não é nada demais e ela pode ficar tranqüila.
- Ta ok!
- Obrigada! Desculpe o incomodo.
- Não foi nada.
- Fala Cris, o que aconteceu? – Isabel pergunto desesperada.
- Ele passou mal na escola e o levaram para o UPA, mas não é nada demais e não precisa se preocupar.
- Não é nada demais? Não é à toa que eu o coloquei em um colégio particular, lá eles têm enfermaria, e se estão levando-o ao UPA há sim algo de muito errado. Vambora Cris!
Isabel saiu puxando Cristina pelo braço direcionando-a ao carro.
- Fica calma, Isabel, chegar lá vai ser uma coisinha de nada, aí eu quero ver!
Entraram no carro e aceleraram até o local.
+
Fabíola estava quase em prantos por causa do que acontecera com Max, o que fez Raquel enfurecer-se:
- Para de escândalo, garota!
- Ih! Me Deixa! Meta-se na sua vida.
- Esse show só vai causar mais estresse em todo mundo.
- Você é uma ridícula e não vai destruir a minha vida.
- Ridícula? Você que é uma cretina que fica se oferecendo pro Max sabendo que ele gosta de mim.
- Olha aqui, garota... Eu só não vou estraçalhar a tua cara, porque preservo o meio ambiente e não quero deixar as piranhas em extinção!
Raquel não sabia mais o que dizer e saiu da sala correndo, enquanto os outros alunos ficaram desapontados por não rolar a pancadaria.
Trancou-se no banheiro e começou a chorar e se lamentar:
- Meu Deus! Eu não agüento mais. Essa garota fica me esculachando na frente dos outros... O que eu fiz pra merecer isso?
A professora voltou a sala de aula e decidiu continuar a aula normalmente até que notou a ausência de Raquel:
- Alguém sabe onde está a Raquel?
Bruno respondeu:
- Pergunta a Fabíola, professora!
A turma caiu na gargalhada.
- Fabíola... – A professora esperou a resposta dela.
- Professora, o negócio é o seguinte, Deus deu sua vida por todos nós, além disso, ainda deu uma vida pra cada um, para que cada um cuide da sua...
- Você está querendo me envergonhar?
A turma silenciou de repente.
- De maneira alguma, professora, eu só estou explicando o que aconteceu...
A porta abriu de repente e Raquel exclamou:
- Não precisa! Eu já voltei, professora.
- Já vi que eu não conseguir continuar essa aula! – Notou a professora Marília. – Guardem o material com calma, e estudem para a aula que vem o capítulo 07 do livro, sobre o Romantismo, pois vamos ter um teste sobre isso.
- Teste professora? – desesperou-se, Bruno. – Mas e a redação que a Senhor passou?
- Todas as redações foram canceladas. Já me deu muito trabalho esse negócio de redação... Semana que vem, teste sobre o Romantismo e quem faltar, mesmo que esteja em coma, vai ficar sem nota e sem direito a segunda-chamada!
A turma desapontada, não estava acreditando no ocorrido.
- Se Max não estiver morto, eu vou matar ele... – Bruno ironizou.
- Ai! Para com isso, seu ridículo! – Foi discriminado pela turma inteira...
[ - Mas falando de Max... O que aconteceu com ele afinal? - ]
Isabel entrou correndo pelo corredor da emergência gritando, – [Louca! rs] – desesperada...:
- Cadê meu filho?
- Fique calma, senhora. – Dr. Pedro tentou tranqüilizá-la. – Nós só vamos poder te ajudar se você ficar calma.
- Me solta! Cadê meu filho? Max! Max!
Cristina, da porta da emergência, caiu em uma crise de risos que ninguém sabia se ria ou ajudava naquela situação constrangedora.
- Minha senhora, fique calma... – Dr. Pedro continuou tentando acalmar Isabel. – Venha comigo a está sala.
Dona Isabel, desesperada, foi com Dr. Pedro até a sala de anestesia, sem nem notar. E Dr. Pedro deu um comprimido a ela, para que se acalmasse e não demorou muito para que ela estivesse às gargalhas junto com Cristina no corredor. Cristina de nervoso, e Isabel de dopada.
- Cadê meu filho?
- Fique calma, senhora. – Dr. Pedro tentou tranqüilizá-la. – Nós só vamos poder te ajudar se você ficar calma.
- Me solta! Cadê meu filho? Max! Max!
Cristina, da porta da emergência, caiu em uma crise de risos que ninguém sabia se ria ou ajudava naquela situação constrangedora.
- Minha senhora, fique calma... – Dr. Pedro continuou tentando acalmar Isabel. – Venha comigo a está sala.
Dona Isabel, desesperada, foi com Dr. Pedro até a sala de anestesia, sem nem notar. E Dr. Pedro deu um comprimido a ela, para que se acalmasse e não demorou muito para que ela estivesse às gargalhas junto com Cristina no corredor. Cristina de nervoso, e Isabel de dopada.

10 de janeiro de 2010 às 18:09
Meu Deus!!
essas loucas... nem parece que tem um menino passando mal na história!!
rsrsrsr
Eu hein, acho que essa fabíola é uma doida, ela está merecendo uns tapas (não que eu estivesse disposta a dá-los enfim...)
A mãe do max é uma descontrolada, ela tem que levar um sutinho básico para se acalmar...
E o max, tadinho ele tá tão ausente que eu to até com peninha dele...
Espero que aconteça algo bem sinistro pra ele ter um pouco mais de ibope!! kkkkk