O primeiro e único ônibus que passou estava lotado e passou tão rápido a ponto de dar um banho de lama em Max que quase chorou desejando não ter acordado. Como já haviam se passado 24 minutos, Max decidiu não esperar mais no ponto e saiu correndo como um louco que vai tirar o pai da forca.
Graças ao bom Deus, não muito longe do ponto, um carro enconstou e gritou para que Max entrasse. Era tia Cristina, mãe de Raquel.
- Graças a Deus, tia Crisitina... eu nem sabia mais se queria entrar na escola ou debaixo de um carro!
- Primeiramente, eu não sou irmã da sua mãe nem do seu pai. Me chame apenas de Cris. Esse tia me faz parecer velha! Mas... porque todo esse drama?
- Hoje está sendo o pior dia da minha vida. Está tudo dando errado. Acho que nem tem como melhorar!
- Que isso! Relaxa, menino. Vou te emprestar um DVD de Ioga, você está precisando fazer umas aulas de relaxamento.
- IH! Que isso fera! Sai dessa.
- Tua sorte é que Raquel esqueceu o trabalho dela em casa. E eu estou levando pra ela... Só não esquece a cabeça porque está grudada no pescoço!
- Ué? A professora deixou ela entregar hoje também?
- Sim. Ela tava doente esqueceu?
- Ah eh... Aquela suspeita de gripe suína ne?
- Isso.
- Eu também vou entregar meu trabalho hoje.
- Por que não fez antes? Estava doente também?
- Não. Matei aula e não fiquei sabendo do trabalho mesmo! Rsrsrs
- Coisa feia!
- Ih... mas ta tranks! Já fiz uma redação bolada e vou arrombar!
- Ta... sei...
Chegaram ao portão da escola e Sr. Luís os questionou:
- Bom dia. Posso ajudar?
- Bom dia. Eu vim entregar esse trabalho a Raquel da 2004 – Disse tia Cris.
- Claro pode ir lá.
Tia Cristina entrou sorridente e Max aproveitou o bonde mas logo foi interrompido por Sr. Luís...
- Ei mocinho! Onde pensa que vai?
- Eu vou pra aula!
- Isso é hora?
Realmete Max já estava atrasado até para o segundo tempo.
- Pow, foi mau. É que eu preciso mesmo ir entregar esse trabalho. Se não to fu... ferrado.
- Não. Se quiser subir vai ter que esperar pelo próximo tempo.
- Pow, seu Luís, libera essa aí vai! Vou me complicar todo.
- Então tá. Passa na coordenação e me traz uma autorização que eu deixo você subir.
Max correu, dessa vez, ainda mais loucamente e entrou na coordenação dando um susto na coordenadora geral:
- Dona Rita...
Mas foi interrompido logo em seguida:
- Volta e entra de novo do jeito certo!
Max já estava quase se irando, mas sabia que precisava ficar calmo para conseguir o que queria. Então voltou, fechou a porta e respirou fundo, dessa vez, desejando que tudo desse certo.
- Bom dia dona Rita!
- Ah! Bom dia... Mas que menino educado! Bem melhor assim. Pois não? O que deseja?
- O seu Luís tá pedindo uma autorização pra me deixar subir.
- Você chegou agora?
- Sim Senhora.
- Qual o motivo.
- Eu me atrasei, e como você sabe, eu dependo de transporte. O único ônibus que apareceu depois de meia hora, passou direto. E eu tive que praticamente vir correndo pra escola.
- Seu Maxwell, eu não deveria fazer isso, porque você acha que o mundo gira em torno de você e esse é um pensamento muito errado! Você ainda vai se ferrar muito na vida se continuar assim. Mas DESSA VEZ eu vou quebrar o seu galho.
- Muito obrigado, dona Rita!
Rita, a coordenadora geral, assinou um papel autorizando a subida de Max. Ele, sempre correndo jogou o papel na mão de seu Luís e subiu as escadas correndo. No caminho se encontrou com tia Cris descendo e a agradeceu pela carona.
Finalmente Max chegou a porta da sala de sua turma. Mais uma vez respirou e entrou já se desculpando:
- Foi mau “prôf”!
- Foi mau não, foi péssimo!
- É que o ônibus não passou e eu tive que vir praticamente correndo pra escola...
- Correndo de carro com a mãe da Raquel? Deixa de ser mentiroso e vai logo sentar!
Max tinha ficado vermelho de vergonha. Mas a professora Marília continuou:
- Fez o trabalho?
- Fiz sim tá aqui dentro...
[ - Aposto que todos vocês leitores estão pensando que ele vai esquecer a redação em casa, não eh?!... mas não eh verdade. Ele está com a redação... Mas ele ainda assim não vai se dar muito bem...}
(Continua...)
É pessoal! Eu estava tão empolgado com o meu morceguinho Noturno, mas fui para o ensaio do Ministério de Louvor na igreja e quando eu volto... ele não está mais aqui!
Ele estava muito confortável na gaiola dos falecidos esquilos (Chanukah e Menorah) mas "suspeitamente" desapareceu.
Minha mãe disse que quando ela foi no terraço ver o morceguinho ele já não estava mais la. Eu não sei como ele conseguiu passar por entre as grades da gaiola, mas de forma alguma desconfio da minha mãe, então...
Se Cristo vos libertar, verdadeiramente sereis livres... Se eu sou livre, por que o Noturno também não pode???
Siga em frente, Noturno, tenha uma boa vida... Sugue bastante sangue (Ou coma bastante fruta)...
Meu único receio é que você nem deixou eu te amar... ou pelo menos demonstrar o meu amor...
Mas você veio do céu e acredito que la realmente seja o seu lugar...
("PS.: Nossa! Que melação por um morceguinho! A bailarina vai ficar com ciúmes! rsrsrs")
Como se já não bastasse os meus "bichinhos exóticos", hoje dia 28-12-09 veio direto do céu um presentinho pra mim. Mais um filhote além do Draco - Meu primogênito - e do Manhoso - Meu cãozinho -, agora estou amando o Noturno. Ele é lindo,
Estou muito feliz e empolgado com ele, mas minha mãe está odiando tudo isso. Ela quer "libertá-lo" de noite, mas eu achei ele muito lindo e quero ficar com ele. O medo maior da minha mãe é de a família dele vir visitá-lo ou procurá-lo, mas eu nem ligo.
*E agora, o que vai acontecer???
*Só Deus sabe!
...
- Max, por que você não confia em mim?
- Caramba! Mãe, eu já mandei você não se meter na minha vida! Me deixa em paz.
- Eu não estou me metendo na sua vida, só quero ser sua amiga. De qualquer jeito você não se manda.
- Eu não vejo a hora de fazer 18 anos pra sair logo desse inferno!
- Meu Deus! Como pode ter puxado tanto o pai assim???
Max rapidamente se alterou e começou a gritar apontando pra mãe como quem quer agridí-la:
- Não ouse falar do meu pai! Você nunca teve a capacidade de me falar nada sobre ele, e só nessas horas você fala mal.
- Você não sabe como seu pai era.
- Mas eu sei como você é.
Dona Isabel procurava as palavras no ar. Mas não pode conter a primeira e solitária lágrima. Então Max completou:
- Eu vou dormir. Tenho que entregar um trabalho amanhã de manhã.
Dona Isabel pegou a primeira cadeira que viu em sua frente e sentou-se dando, assim, lugar ao pranto que o acompanhou a noite inteira.
+
- Isso é hora de chegar em casa, dona Fabíola??? – Carmen perguntou pois houvera esperado-a no sofá da sala.
- Desculpa, mãe. Eu realmente perdi a hora.
- Que isso não se repita, está ouvindo mocinha?
- Uhum.
- Agora vai dar boa-noite ao seu pai, e vai dormir. Você tem aula amanhã!
Fabíola seguiu o conselho da mãe, mas antes de dormir pegou o seu diário que ficava colado na parte inferior do seu criado-mudo e o admirou por um longo tempo. Era a fotu de Max, com seus cabelos ruivos e seus olhos azuis que ela temia esquecer um dia. Para Fabíola, a única preocupação no momento era mentalizar claramente cada detalhe do rosto de Max para que no sonho não hovesse defeitos...
+
Naquela manhã o dia não estava tão agradável. O céu procurava por trás das nuvens um sol que parecia estar brincando de esconde-esconde com o universo. – [ rsrsrs... Tão poético isso! Tinha que ser coisa da minha cabeça!!! ] – Max se levantou com um susto, olhou no relógio e viu que estava bastante atrasado. Tentou descer as escadas correndo, mas desceu mais rápido do que imaginava: rolando; pois seu pé tropeçou no último degrau da escada – [ou primeiro, depende do ponto de vista... mas isso não vem ao caso agora.] – Passou voado pela sala e percebeu que sua mãe já estava acordada vendo TV – [Globo Rural... Ana Maria... sei lá. Deixa eu parar com isso porque já está ficando sem graça!] -, correu para a cozinha e não encontrou o famoso “pão-nosso de cada dia”.
- Ah! Ta de sacanagem... Mãe! Por que você não me acordou pra ir à escola?
- Ué? Não foi você mesmo que falou pra eu não me meter na sua vida?
- Nem vou perguntar porque o meu café não tá aqui!
- E bom mesmo!
Max preguiçoso como sempre e aproveitando o atraso, não exitou e decidiu ir à escola sem comer.
Colocou o uniforme mais rápido do que o superman quando entra no armário pra se transformar, pegou todo o seu material escolar e, como naqueles filmes de comédia, quando colocou os pés fora de casa a chuva desabou (uma pena pois ele não tinha guarda-chuva). Decidiu correr até o ponto pra pegar o primeiro transporte que aparecesse – [E adivinha o que aconteceu???]...
(Continua...)
Comentem por favor!!! Para que eu possa continuar a história com mais empolgação!
Botei a caixinha de música para tocar
E eu me encantava ao ver a bailarina dançar
Como uma deusa, ou rainha branca
Dentro de espelhos reflexos seus
A bailarina deu um lindo salto e saiu
Me abraçou e acreditou que eu era um rei
Me rasgou o peito e assim entrou na caixinha
Do meu coração
Dentro de mim tem uma caixinha de música
Dentro de mim tem uma caixinha de música
Onde a bailarina não para de dançar
Nas batidas do meu coração
- São tão chatas essas histórias que começam com "era uma vez" não é?! - disse Max, um menino simpático e criativo apesar de novo (16 anos) – Geralmente são todas mentiras descaradas. Esses contos de fadas que as crianças adoram por exemplo..., todos têm final trágico que foi modificado para provocar a alegria nos pequeninos.
- Ai Max! Para de palhaçada – exclamou Fabíola, sua melhor amiga desde a infância – e escreve logo essa história se não que vai se ferrar em literatura é você.
- Nossa! Que mau-humor, Fabíola.
- Mau-humor nada. Eu fiz o trabalho na data certa, me esforcei “pacas” pra fazer uma DISSERTAÇÃO, aí vem você todo atrasado e a professora ainda deixa você fazer uma narraçãozinha barata!
- Ninguém mandou ser retardada! KKKKK
- Retardado é você! Que ódio... Ainda perdi a festa da Lu pra fazer essa droga.
- Perdeu mesmo... Foi massa.
- Me conta.
- Agora não. Deixa eu terminar minha narraçãozinha barata! Rsrsrs
- Idiota!
E Fabíola ajudou Max a terminar sua história para a aula de literatura [a única matéria pendente para Max passar de série]. O mais engraçado é que bem na hora em que Max fez o ponto final ouviram um “berraço”
- MAX!!!
- Fala mãe.
- Já vai dar meia-noite, manda essa menina ir embora...
- Tá bom.
- Xi! Pior que é mesmo – notou, Fabíola – Minha mãe vai me arrombar! Tchau.
Fabíola saiu correndo do quarto de Max, desceu as escadas e passou pela sala como uma bala de canhão, a mãe de Max só ouviu um curto e baixo “Boa noite, dona Isabel!”.
Dona Isabel subiu as escadas e foi falar com Max:
- E aí, filho? O que está rolando entre vocês dois?
- Ih, mãe! Nada. Sabe que somos amigos desde a infância...
- Hum, sei... Nunca vi menina ser amiga de menino a ponto de sair meia-noite da casa dele.
- Mãe! Ela só estava me ajudando a fazer meu trabalho!
(Continua...)
Comentem por favor para que eu possa saber se vocês estão gostando ou não da história se não eu paro de escrever.
Muitas pessoas não sabem o quão importante é a presença dos pais para o crescimento e até mesmo o envelhecimento.
Infelizmente, algumas pessoas sofrem da falta de pai ou mãe ou ambos... - Uma questão bastante importante pra se pensar -.
Graças a Deus eu não sofro com isso, pois sou um dos tantos desse mundo que tem muitos pais...
Numerando...: Meus pais biológicos que amo - e honro - muito: Solange e Alex; Meus segundos-pais - respectivamente cônjuges dos meus pais - Leonardo e Virgínia; Meus abençoadíssimos pais espirituais: Marta e Marcelo; Meu pai de consideração - Melhor amigo que eu ja tive na minha existência-: Emerson; E minha mãe de consideração - Minha prima que respondia por mim antes de eu atingir a maioridade-: Érica; Sem contar também com a Sogra que teve um papel importantíssimo se tratando em quem eu sou hoje: Elaine; E jamais esquecendo dos meus sacerdotes-profetas: Adriana e Márcio - Bênçãos que Deus colocou na minha vida.
Criei esse post pra homenagear e honrar a cada um de vocês que teve um papel MUITO importante na formação desse meu novo eu - abençoado por Deus e Bonito por natureza! rsrsrsrs -. Amo todos vocês 4ever.