...
- Max, por que você não confia em mim?
- Caramba! Mãe, eu já mandei você não se meter na minha vida! Me deixa em paz.
- Eu não estou me metendo na sua vida, só quero ser sua amiga. De qualquer jeito você não se manda.
- Eu não vejo a hora de fazer 18 anos pra sair logo desse inferno!
- Meu Deus! Como pode ter puxado tanto o pai assim???
Max rapidamente se alterou e começou a gritar apontando pra mãe como quem quer agridí-la:
- Não ouse falar do meu pai! Você nunca teve a capacidade de me falar nada sobre ele, e só nessas horas você fala mal.
- Você não sabe como seu pai era.
- Mas eu sei como você é.
Dona Isabel procurava as palavras no ar. Mas não pode conter a primeira e solitária lágrima. Então Max completou:
- Eu vou dormir. Tenho que entregar um trabalho amanhã de manhã.
Dona Isabel pegou a primeira cadeira que viu em sua frente e sentou-se dando, assim, lugar ao pranto que o acompanhou a noite inteira.
+
- Isso é hora de chegar em casa, dona Fabíola??? – Carmen perguntou pois houvera esperado-a no sofá da sala.
- Desculpa, mãe. Eu realmente perdi a hora.
- Que isso não se repita, está ouvindo mocinha?
- Uhum.
- Agora vai dar boa-noite ao seu pai, e vai dormir. Você tem aula amanhã!
Fabíola seguiu o conselho da mãe, mas antes de dormir pegou o seu diário que ficava colado na parte inferior do seu criado-mudo e o admirou por um longo tempo. Era a fotu de Max, com seus cabelos ruivos e seus olhos azuis que ela temia esquecer um dia. Para Fabíola, a única preocupação no momento era mentalizar claramente cada detalhe do rosto de Max para que no sonho não hovesse defeitos...
+
Naquela manhã o dia não estava tão agradável. O céu procurava por trás das nuvens um sol que parecia estar brincando de esconde-esconde com o universo. – [ rsrsrs... Tão poético isso! Tinha que ser coisa da minha cabeça!!! ] – Max se levantou com um susto, olhou no relógio e viu que estava bastante atrasado. Tentou descer as escadas correndo, mas desceu mais rápido do que imaginava: rolando; pois seu pé tropeçou no último degrau da escada – [ou primeiro, depende do ponto de vista... mas isso não vem ao caso agora.] – Passou voado pela sala e percebeu que sua mãe já estava acordada vendo TV – [Globo Rural... Ana Maria... sei lá. Deixa eu parar com isso porque já está ficando sem graça!] -, correu para a cozinha e não encontrou o famoso “pão-nosso de cada dia”.
- Ah! Ta de sacanagem... Mãe! Por que você não me acordou pra ir à escola?
- Ué? Não foi você mesmo que falou pra eu não me meter na sua vida?
- Nem vou perguntar porque o meu café não tá aqui!
- E bom mesmo!
Max preguiçoso como sempre e aproveitando o atraso, não exitou e decidiu ir à escola sem comer.
Colocou o uniforme mais rápido do que o superman quando entra no armário pra se transformar, pegou todo o seu material escolar e, como naqueles filmes de comédia, quando colocou os pés fora de casa a chuva desabou (uma pena pois ele não tinha guarda-chuva). Decidiu correr até o ponto pra pegar o primeiro transporte que aparecesse – [E adivinha o que aconteceu???]...
(Continua...)
- Max, por que você não confia em mim?
- Caramba! Mãe, eu já mandei você não se meter na minha vida! Me deixa em paz.
- Eu não estou me metendo na sua vida, só quero ser sua amiga. De qualquer jeito você não se manda.
- Eu não vejo a hora de fazer 18 anos pra sair logo desse inferno!
- Meu Deus! Como pode ter puxado tanto o pai assim???
Max rapidamente se alterou e começou a gritar apontando pra mãe como quem quer agridí-la:
- Não ouse falar do meu pai! Você nunca teve a capacidade de me falar nada sobre ele, e só nessas horas você fala mal.
- Você não sabe como seu pai era.
- Mas eu sei como você é.
Dona Isabel procurava as palavras no ar. Mas não pode conter a primeira e solitária lágrima. Então Max completou:
- Eu vou dormir. Tenho que entregar um trabalho amanhã de manhã.
Dona Isabel pegou a primeira cadeira que viu em sua frente e sentou-se dando, assim, lugar ao pranto que o acompanhou a noite inteira.
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- Isso é hora de chegar em casa, dona Fabíola??? – Carmen perguntou pois houvera esperado-a no sofá da sala.
- Desculpa, mãe. Eu realmente perdi a hora.
- Que isso não se repita, está ouvindo mocinha?
- Uhum.
- Agora vai dar boa-noite ao seu pai, e vai dormir. Você tem aula amanhã!
Fabíola seguiu o conselho da mãe, mas antes de dormir pegou o seu diário que ficava colado na parte inferior do seu criado-mudo e o admirou por um longo tempo. Era a fotu de Max, com seus cabelos ruivos e seus olhos azuis que ela temia esquecer um dia. Para Fabíola, a única preocupação no momento era mentalizar claramente cada detalhe do rosto de Max para que no sonho não hovesse defeitos...
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Naquela manhã o dia não estava tão agradável. O céu procurava por trás das nuvens um sol que parecia estar brincando de esconde-esconde com o universo. – [ rsrsrs... Tão poético isso! Tinha que ser coisa da minha cabeça!!! ] – Max se levantou com um susto, olhou no relógio e viu que estava bastante atrasado. Tentou descer as escadas correndo, mas desceu mais rápido do que imaginava: rolando; pois seu pé tropeçou no último degrau da escada – [ou primeiro, depende do ponto de vista... mas isso não vem ao caso agora.] – Passou voado pela sala e percebeu que sua mãe já estava acordada vendo TV – [Globo Rural... Ana Maria... sei lá. Deixa eu parar com isso porque já está ficando sem graça!] -, correu para a cozinha e não encontrou o famoso “pão-nosso de cada dia”.
- Ah! Ta de sacanagem... Mãe! Por que você não me acordou pra ir à escola?
- Ué? Não foi você mesmo que falou pra eu não me meter na sua vida?
- Nem vou perguntar porque o meu café não tá aqui!
- E bom mesmo!
Max preguiçoso como sempre e aproveitando o atraso, não exitou e decidiu ir à escola sem comer.
Colocou o uniforme mais rápido do que o superman quando entra no armário pra se transformar, pegou todo o seu material escolar e, como naqueles filmes de comédia, quando colocou os pés fora de casa a chuva desabou (uma pena pois ele não tinha guarda-chuva). Decidiu correr até o ponto pra pegar o primeiro transporte que aparecesse – [E adivinha o que aconteceu???]...
Comentem por favor!!! Para que eu possa continuar a história com mais empolgação!


28 de dezembro de 2009 às 09:25
to gostando dessa história...
Bom.. acho que o ônibus demorou muito pra chegar, e ele precisou ir andando.. mas ao chegar na escola ele percebeu que o dia seria pior do que ele imaginava!!!
kkkkkkkk
8 de janeiro de 2010 às 04:56
kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Cara, vc é Hilário,
pedir paoa os outros comentarem a história do Max é o fim... rsrsrsrs
Vc é d++ !!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk (rindo muito mesmo)